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Relator da Reforma Trabalhista é homenageado por lideranças do setor de serviços

Cebrasse, Sindeprestem e Seac-SP receberam convidados em coquetel no bar do Terraço Itália na noite de ontem (7)

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Em um ambiente intimista e descontraído, tendo como cenário uma vista panorâmica da cidade de São Paulo, o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN foi homenageado pela Cebrasse, Sindeprestem e Seac-SP pela coragem e persistência em levar adiante o projeto de lei da reforma trabalhista. O coquetel  aconteceu nesta segunda-feira (7), no bar do Terraço Itália.

Ao agradecer pelo reconhecimento, Marinho disse que “ser empresário no Brasil é um ato heroico” e citou o passivo oculto imposto pela legislação trabalhista e a elevada carga tributária brasileira, classificada por ele de “anacrônica, imoral e abusiva” como os principais entraves ao empreendedorismo. “O Brasil precisa fazer uma inflexão. Apesar de todos os pesares e de todas as crises, nós só estamos conseguindo fazer essas mudanças por causa do presidente Michel Temer, um presidente reformista.” 

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Para Vander Morales, presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt, a modernização trabalhista, além de complementar a Lei 13.429/17, da Terceirização, incentiva e melhora o ambiente de negócios no Brasil. “O setor de Serviços é grato ao deputado Rogério Marinho por essa conquista. A legislação trabalhista precisava ser atualizada para estar de acordo com a nova realidade”.

Gaudêncio Torquato - Consultor político e de comunicação
“Estamos aqui para prestar uma justa homenagem ao dep. Rogério Marinho, reconhecendo-o como herói desta batalha. O projeto da reforma trabalhista, hoje lei, é revolucionário e provocará efeitos positivos na economia, na auto-estima dos brasileiros e na empregabilidade. A luta continua, mas o Executivo não terá outra alternativa a não ser aprovar, aceitar e compreender que o País precisa avançar.”

Rogério Marinho - Relator da reforma trabalhista
“De 1910 a 1970 o Brasil foi o País que mais cresceu no mundo, em uma média de 6% ao ano. Em alguns períodos chegou a 12%. A CLT foi importante naquele momento, pois conseguiu apaziguar o conflito existente entre capital e trabalho, e normatizou uma relação naturalmente conflituosa. Mas, envelheceu. Além disso, teve como contrapeso o corporativismo da Justiça do Trabalho, que introduziu mais de mil orientações jurisprudenciais e súmulas sem o conhecimento do Legislativo ou da sociedade. Os empresários precisam de segurança suficiente para ajudar na reconstrução da economia, ampliar negócios e empregar pessoas.”

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