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Portas de Brasília   Destaques desta edição  

Notícias

“A câmara dos deputados delibera pouco”
Pagamento de dívidas tributárias
Refis pode não ter prazo estendido
Artigos


A armadilha do salário mínimo

Por José Pastore, professor da FEA-USP
Publicado no jornal O Estado de S.Paulo (22/04/2014)
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Quem não quer trabalhar?
Por Vinícius Torres Freire, jornalista
Publicado no jornal Folha de S.Paulo (27/04/2014)
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"Sem lei sobre terceirização, TST atuará como legislador"
Por Marcos de Vasconcellos: entrevista com Nelson Mannrich
Publicada no Consultor Jurídico (30/03/2014)
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Eventos

ALMIR PAZZIANOTTO SE REÚNE COM EMPRESÁRIOS E FALA SOBRE AS SÚMULAS 244 E 378 DO TST
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NOVO MUNDO DO TRABALHO
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ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS
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SEMANA DO TRABALHADOR DE CAMPINAS
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9ª CORRIDA DO TRABALHADOR SINDEEPRES
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REUNIÃO DA CLETT&A EM BUENOS AIRES
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FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL
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Análise Política
O ponderável e o imponderável
Gaudêncio Torquato
Análise Econômica
A inflação do nosso bolso
Luciano Ornelas
Mercado de Trabalho

FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE SINDICATOS TEM UM BRASILEIRO NO COMANDO
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CNC PREVÊ 48 MIL EMPREGOS TEMPORÁRIOS NO TURISMO
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SÓ 10,4% DAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTRATAM PARA A COPA DO MUNDO
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DESEMPREGO EM MARÇO É O MENOR DOS ÚLTIMOS 11 ANOS, SEGUNDO IBGE
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E x p e d i e n t e

Presidente:
   Vander Morales
Diretora de Comunicação:
   Maria Olinda Maran Longuini
Produção Editorial:
   GT Marketing & Comunicação
Editor:
   Luciano Ornelas MTb 8.764
Repórteres:
   Danielle Borges MTb 46.993
   Giovanna Zanaroli MTb 47.378
Projeto e desenvolvimento:
   Ocre | Officina di Creativitá

 

 

 


 

 


ENTREVISTA: LAÉRCIO DE OLIVEIRA
Parlamentar comenta o movimento #vaitrabalhardeputado

PALAVRA DO ASSOCIADO
A Súmula 244 e a insegurança jurídica
Por José Carlos Bonfiglioli, advogado e presidente da Jobcenter do Brasil

   

DIA DAS MÃES
33 mil temporários devem ser contratados em todo País
 

cartao

PLANVALE E SINDEPRESTEM
Parceria traz vantagens para sua empresa
   
Carta do presidente    
Um falso mercado de trabalho
    Um país precisa conhecer os seus números para formar sua identidade, saber em que ponto se situa no mundo, a quantas anda a riqueza ou a miséria do povo. É fundamental identificar a realidade socioeconômica para buscar o equilíbrio, investindo em suas carências e explorando suas potencialidades.

    Desse termômetro sai o PIB (Produto Interno Bruto), a renda per capita. Fica-se sabendo o valor do trabalho e do custo de vida. Uma nação pulsa em números e precisa de estatísticas. Mas precisa, principalmente, confiar nelas. Quando os números são manipuláveis, este país perde o rumo – e a credibilidade. Não há dúvida de que o Brasil criou milhares de empregos desde o primeiro governo Lula. Desde então o IBGE vem divulgando um dos índices mais baixos de desemprego do mundo, perto de 5%. Transformou-se num dos pilares do discurso oficial, com força para eleger presidente. Sabemos que estatística é uma aproximação da realidade, não a verdade. Pode subir e descer com o poder da caneta.

    Mas o índice no Brasil é confiável? Uma metodologia que inclui entre os empregados as pessoas que recebem o seguro-desemprego pode ser levada a sério? Além disso, se uma pessoa não procura emprego, não entra na estatística – mas não continua desempregada? Coisas sem nexo, para emagrecer o índice e inflar o ufanismo oficial.

    Até o ano passado, o IBGE avaliava o desemprego no País em apenas seis regiões metropolitanas pela Pnad – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio e pela PME – Pesquisa Mensal de Emprego. Como o resultado era parcial, já vinha com defeito de fabricação.
  Mas alegrava o governo, ao mostrar uma taxa de desemprego de apenas 5,4% em 2013, a menor desde 2002.

    Então o próprio IBGE mudou a metodologia e no começo do ano lançou a Pnad Contínua, a ser divulgada a cada três meses, com dados de todo o País, incluindo área rural. Logo no primeiro resultado, em abril, o IBGE constatou que o desemprego no País em 2013 na verdade foi bem maior, de 7,1%.

    Pronto, a área política desandou. Senadores da base aliada alegaram que esse novo método precisava se adaptar à Lei Complementar nº 143/2013, que determina o indicador como base para cálculo do rateio do Fundo de Participações dos Estados. E pediram para suspender a divulgação de novos dados. Essa ingerência política provocou uma das maiores crises da história do IBGE, com a rebelião de seus técnicos.

    O País passou a discutir então suas estatísticas, uma vez que a intromissão política ocorre no momento em que a disputa eleitoral começa a esquentar e o governo precisa de desemprego baixo para sustentar seu discurso. Ou seja, aquele número falso do método antigo é bom de palanque.

    Mas, a esta altura, salta a vista a omissão das centrais sindicais nessa discussão. Ora, o trabalho não é sua razão de ser? Não deveria combater ao lado dos pesquisadores por números mais confiáveis? Mas as centrais se calam e fica assim mais uma vez evidente que não lhes interessa a verdade do mercado de trabalho, mas o uso político que se faz dele, engajadas na reeleição da República Sindicalista.

    E o trabalhador que se dane, com ou sem emprego.

    Vander Morales
    Presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt
   
Sindeprestem e Fenaserhtt na mídia
Veja as últimas inserções:
  • Dia das Mães deve abrir mais de 300 vagas temporárias em Mato Grosso
    Portal G1 (Mato Grosso) – 27/04/2014


  • Dia das Mães aquece mercado de trabalho temporário - Tribuna do Norte – Blog Mercado.com - 24/04/2014

  • Dia das Mães movimenta mercado de trabalho com empregos temporários - Jornal da Record – 28/04/2014
  • Dia das Mães deve contratar 33 mil trabalhadores temporários no Brasil
    Gazeta Digital – 24/04/2014

  • Dia das Mães deve criar 3,93 mil vagas
    Diário do Comércio (MG) – 26/04/2014


  • Postos de trabalho temporário devem aumentar para o Dia das Mães
    Retrovisor paulistano – 25/04/2014
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    DIA DAS MÃES: 33 MIL VAGAS DE TRABALHO TEMPORÁRIO
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    PÁSCOA CONTRATOU 13,2% MAIS DO QUE NO ANO PASSADO
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    RESULTADO DA ENQUETE SOBRE MÃO DE OBRA
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    “Recebemos hoje no Sindeprestem o ministro Almir Pazzianotto para verdadeira aula sobre as súmulas 244 e 378 do TST”

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    “15 milhões de trabalhadores empregados pela Terceirização não podem mais ser ignorados. Setor precisa ser regulamentado”

    Vander Morales
    “Terceirização é trabalho formal. É trabalho legal, que inclusive tem impulsionado o crescimento da economia”

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